Vive le Brésil: Porque o Jânio Quadros tentou invadir a França

Você talvez até conheça esta pequena curiosidade da História do Brasil, o tal da Operação Cabralzinho: Em 3 de Agosto de 1961, durante a “Guerra” das Lagostas, o governador do que era na época o Território Federal do Amapá (A região só se tornou mesmo um estado em 1991), José Francisco de Moura Cavalcanti, foi falar com o presidente Jânio Quadros (que tinha apontado o José para o cargo) em Brasília, chamado pelo mesmo para uma reunião ultra-secreta.

Basicamente, nesta reunião, o Jânio manda o governador preparar picadas na mata, especificamente na fronteira do Amapá com a Guiana Francesa. Picadas que seriam abertas como vias que seriam utilizadas como rotas de invasão por 2500 soldados do Exército Brasileiro, que invadiriam a Guiana Francesa e tomariam Caiena com apoio aéreo da FAB e suporte da Marinha, com invasão anfíbia e bombardeios, o objetivo sendo anexar o território ao Brasil.

O plano todo foi cancelado quando o presidente renunciou pouco tempo depois, no dia 25 do mesmo mês, com as preparações para a operação militar já em curso.

O governador José Francisco de Moura Cavalcanti, que depois teria falado sobre a ordem que recebeu do presidente Jânio. (Foto do Arquivo Nacional.).

Você certamente deve estar pensando agora que o nosso já maluco presidente Jânio Quadros acordou virado na coca né?

Bem, apesar de parecer e ser até certo ponto uma maluquice de nível imperial romano (Jânio certamente tinha a vontade de ser tratado como um César), tem um lado mais profundo e bem mais antigo do que a justificativa dada pelo presidente ao Cavalcanti de resolver de vez o tráfico ilegal de manganês pelos franceses e a pesca ilegal de lagostas nas nossas costas. Inclusive, a questão territorial toda vem desde os tempos coloniais, quando os diversos impérios europeus tentavam pegar nacos do território lusitano nas Américas.

“A propósito, eu acho que chegou a hora de resolver definitivamente isso. Por que não anexarmos a Guiana Francesa ao território brasileiro?” – Jânio Quadros. (Foto do Arquivo Nacional.).

A grande verdade é que a colonização e consolidação territorial do que viria a ser o Brasil foi para as autoridades em Lisboa uma reflexão tardia, e não ponto de partida. É uma longa história, mas o objetivo real do Império Português era instalar postos comerciais costeiros para trazer lucro à Coroa (igual fizeram na África e na Ásia), de forma diferente às três futuras potências europeias da Inglaterra, França e Holanda (que usaram empreitadas privadas para a colonização de seus territórios), e não amalgamação territorial, como foi a colonização muitas vezes para os Espanhóis, em sua própria procura por lucro.

A maior parte da formação territorial do Brasil foi feita mesmo ou pelos próprios colonos (por exemplo, os bandeirantes paulistas e o sertanismo), ou como reação lusitana aos protestos dos concorrentes de Portugal e da Espanha ao Tratado de Tordesilhas, saqueando posições portuguesas com corsários, ou simplesmente invadindo e tomando para si pedaços do relativamente gigantesco território nas Américas concedido a Lisboa, isso se intensificando bastante quando rolou a União Ibérica.

Enfim, o Brasil nasceu (territorialmente) do pânico vindo da Coroa portuguesa, em especial nas ocasiões da invasão holandesa dos diversos territórios lusitanos na África, Ásia e Brasil, e, no nosso caso aqui mais específico, as invasões francesas no RJ (a tal da França Antártica) e na boca do rio Oiapoque.

Depois da expulsão do holandeses de Pernambuco em 1654, os portugueses e colonos (com maciço apoio bandeirante), continuaram guerreando ao norte contra os Impérios excluídos pelo Tratado de Tordesilhas que tentavam apostar na América do Sul, e não conseguiram expulsar os franceses e holandeses do continente. Porém a Campanha das Guianas, como veio a ser chamada esta ofensiva, foi mais complicada do que só isso.

A Batalha de Guararapes, quando os holandeses foram expulsos de Pernambuco (Victor Meirelles, 1879. Museu Nacional de Belas Artes.).

Em 1714, Bandeirantes avançam sobre o que hoje é o Suriname. Estes bandeirantes estavam sob o comando de um Almirante, o Luís Paes. Esse cara foi marchar sobre os territórios dos europeus rivais de Lisboa e retomar o que é, de acordo com o D. João V, território português.

Esse cara fez uma jogada de mestre para ocupar os territórios franco-holandeses ali. Invadindo com bandeirantes, a guarnição costeira do que é hoje o Suriname (e Guiana) saíram de seus postos na costa e foram rumo sul à mata para impedir o avanço luso-brasileiro.

Aí, com a frota holandesa aportada em Paramaibo, sem a guarnição costeira ali para defendê-los, ficaram totalmente a mercê dos bombardeios da marinha portuguesa. As tropas que foram rumo Sul para combater os bandeirantes organizaram uma força maior para retomar a agora ocupada Paramaibo. Luis Paes então queima tudo que poderia ser militarmente útil, e agora vai aonde? À Guiana Francesa.

O almirante convence os franceses de que os holandeses irão invadi-los, e o blefe dá certo. Com toda a oposição enfraquecida e lutando entre si, a Guiana Francesa também estava agora aberta para invasão portuguesa, algo que os próprios fizeram com prazer. Em dois meses, a Guiana Francesa também cai, e é ocupada. E como falharam?

O rei, D. João V, ordenou, após a conquista, que colonizassem os novos ganhos. O almirante Luis Paes não gostou disso, pois ele queria vender aos ingleses os territórios. Depois de ser negado disso, ele tentou então revender aos holandeses a terra deles que ele tomou como refém (e o território francês também), e o rei, não muito feliz com isso, prendeu o almirante.

Com Luis preso, a frota se retirou, junto com seu contigente, e então voltaram a retomar Paramaibo os holandeses, e Caiena os franceses. A única coisa que essa campanha realmente cumpriu foi abrir a janela de invasão do que hoje é a Guiana, janela pelo qual os ingleses entraram.

O grande prêmio que o Império Português não conseguiu retomar. (Carte de la Guyane françoise et l’isle de Cayenne. Bellin, 1763. Bibliothèque numérique mondiale.).

Mas essa não foi a última vez que um exército lusitano tentou (re)conquistar as três colônias ao norte.

Lembra dos seus dias de escola, aquela aula sobre Napoleão? Então, durante o alvoroço no continente europeu (especificamente em 1808), o imperador francês acabou por instalar seu irmão no trono da Espanha (o que por sua vez ajudou a desabar o controle imperial espanhol sobre os países que dominavam nas Américas continentais), e Portugal era o próximo alvo.

A corte de Lisboa usou de sua aliança com os ingleses para fugir para sua maior e, naquele momento, mais valiosa colônia, os territórios que viriam a ser o Império do Brasil uns anos depois, em 1822. Bem, logo depois que se instalaram por aqui, no RJ, se vingaram do Napoleão e o seu irmão, que destroçaram Portugal.

Os portugueses invadiram Montevidéu e anexaram a Cisplatina (hoje Uruguai), e, mais relevante ao nosso assunto aqui, em 1809, marcharam sobre Caiena. Tinham uns motivos mais profundos, porém, do que simplesmente retornar ao Imperador da França o tratamento que dele receberam.

Lembra que depois da Campanha das Guianas os ingleses tomaram metade do pedaço ali holandês? Então, Portugal, aliado do Reino Unido, não podia simplesmente trair o aliado e retomar aquele pedaço pra eles.

O principe regente D. João VI então, num momento de lucidez, avisou aos ingleses que tomariam a Guiana Francesa, coisa que os ingleses permitiram e auxiliaram (apesar de com só um navio) em, amarrados e engajados em diversos fronts contra o Império Francês.

A realidade é que o D. João VI queria também não só tomar o que era de Napoleão, mas também impedir qualquer ganho inglês a mais no continente, sem diretamente ir contra eles. O batismo de fogo dos fuzileiros navais, como é lembrado o conflito, que durou uma semana, deu espaço para a transformação do território em colônia, algo que durou pouco.

Depois de Waterloo, em 1814, Portugal foi obrigado, pelo Congresso de Viena, a retornar o território para o restaurado Reino da França, porém, com insistências de Portugal, sob uma nova fronteira. Mas então, os conflitos seguintes, por que aconteceram, se a fronteira já foi fixa? Bem, o Império do Brasil era uma entidade independente de Lisboa, assim dando a chance pros franceses tentarem meter o dedo pra pegar mais pedaços do gigante ao sul.

O príncipe regente de Portugal, D. João VI, em uma de suas várias pinturas em terras tropicais. (https://www.deviantart.com/gabriel444/art/King-John-VI-of-Portugal-812499151).

Os franceses, anos depois, durante a Revolta da Cabanagem, aproveitaram-se da situação, e instalaram ali pelo Amapá um forte, e deram um leve apoio moral para os revoltosos, na esperança de pegar ainda mais da Floresta Amazônica. Na Revolta dos Muckers, a mesma coisa.

Aí, já no final do Império, em 1886, indo na moda dos diversos aventureiros que davam golpes de estado em outros países e tomavam territórios para fazer países própios, um francês desce da Guiana para dentro do Amapá com outros interessados em uma coisa, que chamou a antes focada em outras coisas atenção da França e do Brasil: o ouro.

O nome do homem que fundou oficialmente e foi nomeado como presidente vitalício da sua República de Cunani, país não-reconhecido, ali no norte do Amapá foi um tal de Jule Gros. Para resumir sua longa vida, ele era essencialmente um geógrafo, membro da Sociedade de Geografia Comercial de Paris, que o elevou ao cargo, eleito para ele pelos comerciantes e auríferos que migraram para lá ilegalmente.

Não era exatamente um país com fronteiras fixas ou uma população grande o suficiente para povoá-la, na realidade, era mais como uma pequena vila de iniciante no Age of Empires III. A capital, Vila de Cunani, tinha só 300 pessoas. Porém não foi por falta de tentar transformar em um país de verdade que falhou a (Primeira) República de Cunani.

Eles tinham uma medalha e até moedas oficiais! O presidente, na sua inabilidade de organizar uma burocracia pra manter o seu sonho, pediu ajuda pro governo francês, que certamente ajudaria um caro cidadão, não? Não. A França na realidade extinguiu o projeto, o que nos leva à refundação da República em 2 de Setembro de 1887, agora renegando suas origens francesas (pelo menos na bandeira), durando até 1904, quando a disputa territorial entre o Brasil e a França pelo Amapá foi resolvido por fim (pelo menos no mapa).

Em 1904, sob o “governo” de Adolph Brezet, um francês criado no Brasil, fundou Estado Livre de Cunani. Essa versão da ideia foi bem mais formal que a anterior. Eles criaram uma Constituição, estampas e tinham relações diplomáticas com os bôeres!

Porém, o plano todo afundou rapidamente pois em 1912, um brasileiro que pelo visto era patriótico, um tal de Daniel Ferreira dos Santos, denunciou o país pra polícia, que prendeu todos os envolvidos, exceto, claro, Jules Gros e Adolph Brezet, que estavam na realidade dirigindo tudo de Paris.

O Barão do Rio Branco, o nosso mais famoso diplomata, escreveu o seguinte sobre a situação: “O “Estado Livre” de que se trata só existe nas ridículas publicações que fazem em Paris um embusteiro e desequilibrado de nome A. Brezet e os seus sócios, totalmente desconhecidos no território que dizem ter organizado e estar governando. O assento desse intitulado governo está em uns aposentos da Avenida Villiers, n. 70, em Paris. É uma república de comédia, como a primeira intitulada de Cunani, a qual só funcionou em Vanves, nos arredores de Paris, com a única diferença de que a atual empresa é mais prática, pois tem por fim extorquir dinheiro pela venda de condecorações da “Ordem da Estrela de Cunani” e por meio de um empréstimo que procura levantar, explorando a gente crédula ou ignorante. Consta que, ultimamente, a polícia francesa tomou providências para evitar que se aumentasse em França o número das vítimas desses ousados cavalheiros de indústria e de alguns homens de boa-fé que a eles se reuniram.”.

File:Flag of the Republic of Independent Guyana (1886-1887).svg
Bandeira da Primeira República de Cunani, 1886-1887 (https://flagspot.net/flags/br_cunan.html#first)
Flag of the Republic of Independent Guyana (1887-1904).svg
Bandeira da Segunda República de Cunani, 1887-1904 (https://flagspot.net/flags/br_cunan.html#second).
File:Flag of the Free State of Counani (1904-1912).svg
Bandeira do Estado Livre de Cunani, 1904-1912
(https://flagspot.net/flags/br_cunan.html#third).

Agora chegamos à história de Cabralzinho, o homem considerado pai do Amapá e que nomeou a operação militar planejada pelo Jânio Quadros.

Diferente do que os professores de História normalmente chegam a contar nas aulas do Ensino Médio ou até os dos cursinhos contam (muito mais por culpa do currículo brasileiro precário do que dos professores em si), a queda da monarquia não foi uma transição rápida e nem pacífica.

O novo regime republicano sofreu com inúmeras revoltas, algumas sendo grandes e conhecidas (como a Revolta da Armada e Canudos), algumas grandes, mas conhecidas apenas regionalmente (como a Revolução Federalista) e outras que nem notadas foram, tendo que ser perseguidas para se entender em detalhe.

Francisco Xavier da Veiga Cabral, paraense de nascença e político do partido liberal durante os últimos anos do Império, participou de um desses conflitos, uma tentativa de golpe armado liderado por ele contra o governo de Belém.

Por que? Bem, nos anos nascentes da República, se organizavam as estruturas políticas do novo regime, de forma, é claro, bastante condizente e continuando a tradição coronelista vinda desde os tempos de D. Pedro I (ou coloniais, dependendo da interpretação).

Bem, nesse backdrop todo de coronelismo, rivalidade entre os lemistas e lauristas (partidários armados de Antônio Lemos ou Antônio Sodré) e muita corrupção e violências (com participação do Sr. Cabral inclusive), houve certa hora em que o partido que estava no poder ali, o PRP, votava pela Constituinte Estadual do Pará, e membros do Partido Democrata dali não gostaram.

Um desses membros foi o próprio Francisco, que aí organizou militares, policiais e capangas para uma revolta armada. Evidentemente, não deu muito certo a tal Revolta do Cacaolinho (ou Revolta do 11 de Junho), e o revolucionário inimigo do regime republicano e seus interesses se mandou para o Amapá, estado que, em 1895, estava tendo problemas.

Foto do Francisco Xavier da Veiga Cabral usando trajes militares brasileiros.
(https://selesnafes.com/2018/05/estudos-contestam-heroismo-de-cabralzinho-e-exaltam-coragem-do-povo-de-amapa/)

Lembra das repúblicas em Cunani? Então, por lá estavam em 1895 ainda, e apesar da área da Vila de Cunani ser “formalmente” parte da república que levava o mesmo nome, era povoado também (haviam muitos garimpeiros franceses, creoles e também índios nativos dali) por brasileiros.

Durante essa época de conflitos acerca das atividades auríferas na área e oportunismo quanto à queda do Império do Brasil, uma tropa francesa de 140 homens e uma canhoneira (um tipo de pequeno navio de guerra) liderados pelo Capitão Lunier invadem o território contestado entre o Brasil e a França, matando no processo 45 brasileiros (civis).

Se forma um Triunvirato temporário no Amapá, onde o Cabralzinho então se desponta, e cria uma pequena ditadura personalista, onde ele chegou a prender e até matar os que iam contra sua vontade. Ele comandou uma tropa de 200 soldados (uma milícia, na prática, recrutados dos amapaenses) para repelir os franceses, e conseguiu, o “exército” do general-honorário matando 60 da tropa francesa e perdendo 40, numa vitória decisiva.

Cabralzinho foi declarado então, pelo regime que alguns anos antes tinha o declarado inimigo, um herói do Brasil, e até hoje tem uma estátua dele na capital do Amapá. O Barão do Rio Branco foi para a Suíça depois desse incidente resolver de vez a questão das fronteiras com a França, que resolveu não deixar uma guerra definitiva estourar, lidando com muitos problemas próprios (como a perda da Alsácia Lorena para a Alemanha), e a arbitração votou a favor do Brasil.

Mas esse não foi o fim de tudo. Teve toda a Guerra das Lagostas, e hoje ainda há preocupação dos nossos generais quanto à França, que nunca perde uma oportunidade de criar dúvidas quanto à posse da Amazônia brasileira.

Francisco Xavier da Veiga Cabral – Wikipédia, a enciclopédia livre
Estátua em homenagem a Cabralzinho (https://commons.wikimedia.org/wiki/User:Levy_Headbanger).

Bibliografia

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https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2019/05/15/em-meio-a-controversias-cabralzinho-e-celebrado-em-feriado-no-amapa.ghtml
https://www.cleberbarbosa.net/relembrando-cabralzinho-heroi-reconhecido-pelo-exercito-no-amapa/
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